Site em Manutenção

Artigos no livro “Cooperativismo e associativismo em Santa Catarina”

As historiadoras do CEMAC, Elisandra Forneck e Aline Maisa Lubenow, produziram dois artigos para este projeto: “Cooperativas, modernização agropecuária e impacto econômico no oeste catarinense” e “Centro de Memória Alfa/MaxiCrédito – CEMAC: preservação, pesquisa e comunicação da história do cooperativismo”. A publicação reúne artigos, relatos de experiências e entrevistas sobre cooperativismo e o associativismo em Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, o modelo cooperativo que hoje conhecemos, foi introduzido em 1902, em Nova Petrópolis/RS, pelo padre suíço Theodor Amstad, que fundou a primeira cooperativa de crédito da América Latina, em 1902, na cidade de Nova Petrópolis: a atual Sicredi Pioneira/RS. Além do município levar o título de Capital Nacional do Cooperativismo (Lei 12.205/2010), Amstad foi oficializado o Patrono do Cooperativismo Brasileiro (Lei 13.926/2019), pelo seu trabalho incansável com o desenvolvimento social e econômico das comunidades locais. A partir da prática exitosa implantada naquela comunidade alemã, outros modelos surgiram como uma alternativa encontrada pelos colonos teuto-brasileiros para juntos enfrentarem seus problemas. Uma destas experiências está em Itapiranga, que tem a cooperativa de crédito mais antiga de Santa Catarina, em funcionamento ininterrupto desde sua fundação, em 1932. Na cidade vizinha, Palmitos, localiza-se a cooperativa agropecuária mais antiga do estado, fundada um ano depois. Ambas foram de iniciativa popular, buscando a união como forma de superar dificuldades. A partir da segunda metade do século XX, o cooperativismo se disseminou com mais força, fomentado pelo Estado, tornando Santa Catarina um dos estados mais cooperativistas do Brasil, com mais de 50% da população ligada a alguma cooperativa. Um dos objetivos da publicação é democratizar artigos científicos e oportunizar o compartilhamento de diferentes experiências de associativismo com cooperativas, escolas, instituições e interessados no tema, buscando fomentar os valores da cooperação e novas produções sobre o tema. Os artigos falam sobre diversos ramos do cooperativismo e diferentes projetos que cooperativas colocam em prática.

O livro começa com um prefácio do professor Arthur Blásio Rambo. Em seguida, o leitor pode desfrutar de duas entrevistas com personagens importantes para a história do cooperativismo, que contam como foi sua experiência de vida atuando no fomento ao sistema cooperativo. Na próxima sessão, encontrará 15 artigos sobre diversos ramos do cooperativismo e, para finalizar, a sessão relatos, onde foram compartilhadas 11 experiências e projetos executados pelas cooperativas catarinenses e que impactaram positivamente na vida das pessoas.

Ir para o Topo