Indústria de Soja

Até o início da década de 1980, toda a soja entregue à Cooperalfa por seus associados, era comercializada em grão. No final de 1983, a Cooperalfa inaugurou a indústria de processamento de soja, com equipamentos para extrair e degomar óleo bruto. Dessa forma, tornou-se possível agregar valor ao grão, que despontava como nova promessa na agricultura. O ex-diretor administrativo, Pergentino Grando, lembrou que “a necessidade da Aurora por farelo de soja para sua fábrica de ração foi um dos motivos que gerou o investimento na indústria de soja. Para a Alfa, a ‘colocação’ do produto era certa. Aí, começamos a pegar toda a produção de soja por aqui e de fora para fazer óleo e farelo. Isso dava mais lucro para a cooperativa do que só vender o grão.”