Mário Lanznaster (em memória)

Presidente da Cooperalfa entre 1997 e 2009

Bisneto de agricultores austríacos que colonizaram Nova Trento (SC), Mário Lanznaster nasceu em 30 de junho de 1940, em Dona Emma, na época pertencente ao município de Presidente Getúlio – SC. Era o segundo filho mais velho de Vergínio Lanznaster e Maria Meniguelli, que tiveram 15 filhos e eram agricultores produtores de fumo e mandioca. Faleceu no dia 18 de outubro de 2020, em Chapecó/SC.

Do casamento de 50 anos com Edirce, nasceram quatro filhos: Márcia, Fabiano, Fernando e Juliana. Era suinocultor e produtor de milho, feijão, soja e trigo. Começou com uma granja de suínos com nove matrizes na Linha Caravágio em Chapecó, na década de 1970, e hoje é proprietário da Granja Master, na Linha Simoneto, município de Chapecó. Lá atuam seus quatros filhos. Mário também fundou em Chapecó, em 1995, um frigorífico familiar de carnes suínas, com a marca Maiale (que significa suíno em italiano).

Apaixonado pela suinocultura, Lanznaster também se preocupava com a sustentabilidade. Ele usava pouco adubo químico, aproveitando os dejetos de suínos para adubação das suas lavouras de milho e soja. Possuía em sua granja um sistema de geração de gás a partir dos dejetos dos suínos, que é transformado em energia elétrica e responde por cerca de 80% do consumo de energia da propriedade.

Inovador e muito disciplinado, Mário sempre acordava muito cedo para se atualizar. Simples e direto, se comunicava muito bem.

 Estudos

Lanznaster cursou o primeiro grau em Vitor Meirelles, município desmembrado de Ibirama (SC). Após, frequentou durante 05 anos o Seminário, no município de Salete (1952 a 1957). Em 1958, Mário Lanznaster foi para o Seminário Menor Metropolitano – de Azambuja, município de Brusque (SC), tendo terminado lá os estudos correspondentes ao Curso Clássico (como era denominado então). Em 1962, completou o 2º Grau em Porto Alegre (RS). Em 1965, formou-se tenente no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva. De 1963 a 1967, cursou a Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tendo colado grau em dezembro de 1967.  Em 1975, formou-se em Engenheiro de Segurança do Trabalho pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Cursou o MBA (Master Business Administration), pela Fundação Getúlio Vargas e Banco do Brasil, em 1999. Cursou o MBA (Gestão Empresarial para Dirigentes de Organizações do Sistema de Agronegócios e Formação Geral Básica para Altos Executivos), pela Fundação Getúlio Vargas e Banco do Brasil em 2000.

Trabalho

O primeiro emprego de Mário foi um Ibirama – SC, numa indústria de madeiras. Ficou pouco tempo lá, pois não tinha carteira assinada. Foi então para Blumenau, onde trabalhou por 10 meses na Prosdócimo, do ramo de eletrodomésticos. Depois disso, mudou-se para Porto Alegre, onde trabalhou na Fogões Wallig e, ao mesmo tempo, serviu o exército. Em 1963, ingressou no curso de agronomia, onde, para ter algum dinheiro, trabalhava de eletricista nos fins de semana e de cobrador de bonde.

Em 1968, prestou concurso para Extensionista Rural na então ACARESC – hoje EPAGRI/SC. Escolheu a cidade catarinense de Modelo, onde permaneceu até 1969, quando foi transferido para Chapecó.  Em 1974, foi convidado a trabalhar na Cooperativa Central Oeste Catarinense, onde permaneceu até 1986 quando, a convite do então Presidente da Cooperalfa e da Aurora, Sr. Aury Luiz Bodanese, iniciou atividade como Vice-Presidente na Cooperalfa, em 02 de janeiro de 1987. Em 1997 foi eleito presidente, onde permaneceu até 2008, vindo a ser substituído por Romeo Bet.

Em 17 de outubro de 2002, Lanznaster foi eleito Vice-Presidente na Cooperativa Central Oeste Catarinense – AURORA e, em 25 de janeiro de 2007, Lanznaster foi conduzido a presidência. Trabalhou até os últimos dias de vida. Entre 2008 e 2012, Lanznaster foi Conselheiro Fiscal da Federação das Cooperativas do Estado de Santa Catarina – FEACOAGRO. Foi Vice-Presidente de Assuntos Estratégicos do Agronegócio da Fiesc de 2009 a 2020.

 História com a extensão Rural

Em 1968, Mário prestou concurso para Extensionista Rural na então Associação de Crédito e Assistência Rural do Estado de Santa Catarina – ACARESC , hoje Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – EPAGRI. Fez o pré-serviço de 45 dias em Florianópolis e escolheu a cidade catarinense de Modelo para atuar, chegando lá em maio.  “Quando cheguei lá, o município estava sendo colonizado por migrantes do RS. Eles ainda estavam derrubando mato, queimando, plantando milho com saraquá ou até com enxada, com um metro de distância entre um pé e outro. Diante disso, fizemos um desafio para que o sistema de plantio fosse feito em linhas. Fazia uma lavoura demonstrativa com nossa forma de plantar, e uma com a forma deles. Queríamos mostrar que no mesmo pedaço de terra ele podiam tirar mais. E deu certo…colhia até 50% a mais…e depois também veio o calcário, que ajudou a corrigir nossos solos ácidos. Implantamos também o plantio em curva de nível, pois havia um grande problema de erosão no oeste de Santa Catarina. Nessa época também estava começando o plantio de soja, e recomendávamos que os produtores torrassem a soja, porque crua ela provoca problemas nos ossos dos animais. Naqueles anos, a porca dava de 10 a 11 leitões ano, e precisava-se de oito meses de engorda para estar pronto para o frigorífico….hoje são 5 meses….trabalhávamos muito fazendo demonstrações, além de lavouras, também com suínos. Outro trabalho que tínhamos era trabalhar na saúde da família com a extensionista. Tinha muita verminose, muitos animais soltos no pátio, as casas não tinham banheiro adequado. Incentivamos a horta, porque o pessoal não fazia muito.  Nessa época era um grande problema o armazenamento, então tentamos ensinar a fazer paiol para que se conservasse melhor o milho. Foram vários trabalhos que ajudaram o produtor a ir melhorando a qualidade de vida e tendo mais renda”.

No fim de 1969, Mário foi transferido para Chapecó, na mesma função. Um ano depois foi convidado a ser Coordenador Regional de Suinocultura, passando a atender as granjas de reprodutores suínos de todo o Oeste Catarinense.

 História com a Aurora 

Em maio de 1974, seu trabalho como Coordenador de Suinocultura na ACARESC chamou a atenção da Cooperativa Aurora.  Foi convidado por Aristides Cipriani a trabalhar como Assessor Técnico, coordenando a implantação do fomento à suinocultura, conhecido hoje como Suicooper. Junto com essa atividade, organizou a integração dos produtores.  Quando assumiu a função, percebeu que para ter um melhor resultado na atividade, precisava melhor a qualidade da ração. Foi em busca de uma atualização em bromatologia em Porto Alegre, montando logo em seguida o primeiro laboratório da Nutri 1 (fábrica de ração) e assumindo a responsabilidade técnica  da fábrica de rações e concentrados. Pouco tempo depois, a Aurora entra em atividade com uma fábrica de industrializados em Presidente Getúlio-SC, onde abatia suínos e bovinos. No fim da década de 1980, ela é vendida. Quando a Aurora comprou o Frigorífico Peperi, de São Miguel do Oeste, em 1982, Mário já havia assumido a função de diretor industrial.

Em 1984, a Aurora começou a atuar com industrialização de sucos, encerrando as atividades em 2006.  Em 1985, Aury Bodanese, então presidente da Aurora, o chamou para outro desafio: estruturar o programa Avicoop (fomento a produção de frangos) e coordenar a construção de um frigorífico. Em outubro de 1987 (já havia se desligado da Aurora e atuava na Cooperalfa) era inaugurado o 1° abatedouro de aves da Aurora na cidade de Maravilha. Até 2002 atuou exclusivamente na Cooperalfa e, em 17 de outubro daquele ano, Lanznaster foi eleito Vice-Presidente na Cooperativa Central Oeste Catarinense – AURORA.  Em 25 de janeiro de 2007, Lanznaster foi eleito Presidente da Aurora. Em 31 de janeiro de 2011, Lanznaster foi reeleito presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos; em 27 de janeiro de 2015, reeleito para o terceiro mandato e, em 31 de janeiro de 2019, para o quarto mandato, onde permaneceu até seu falecimento.

Desde que assumiu a vice-presidência da Aurora, a cooperativa expandiu muito seu negócios: em 2002 incorporou o frigorífico de suínos da COOPERJACUÌ, de Sarandi-RS; em 2004 a unidade da antiga Chapecó Alimentos foi alugada e, anos depois, comprada; em 2006, estabeleceu uma parceria com a Cotrel de Erechim, nos frigoríficos de suínos e aves; em 2010, foi arrendado o frigorífico da Avepar (abate de aves) em Abelardo Luz, comprado em 2015; em 2011, inaugura a mais moderna indústria de lácteos do Brasil, em Pinhalzinho SC; em 2012, a Aurora iniciou as tratativas para compra do frigorífico de aves da Bondio, em Guatambú-SC; em 2013, a Aurora arrendou a unidade de aves da antiga Chapecó Alimentos, em Xaxim, comprando a unidade em outubro de 2020;  em 2014, é reaberto o frigorífico de Joaçaba, fechado desde 2008; em 2015, a Aurora compra o abatedouro de frangos de propriedade da Cooperativa Agropecuária e Industrial de Mandaguari (Cocari); em 2018, a Aurora entra na linha de pescados por meio de parceria com C Vale; em 2019 a Aurora amplia a produção de suínos do FACH I em Chapecó  e inaugura  o maior Frigorífico de suínos do Brasil. Nesses anos como presidente, fez também muitos investimentos em ampliação e abate de várias unidades e construção de diversas estruturas, transformando a cooperativa Aurora Alimentos em uma das maiores agroindústrias do país.

 História com a Alfa

Apesar de passar a atuar definitivamente na Cooperalfa a partir de 02 de janeiro de1987, quando foi chamado pelo então presidente Aury Luiz Bodanese para ser preparado para sucedê-lo, sua história com a cooperativa começou em 01 de outubro de 1983, quando se associou a ela. No ano de 1985 foi eleito vice-presidente, mas continuou atuando na Aurora Alimentos por mais dois anos. Foi reeleito vice-presidente em 1989 e em 1993. Em 30 de janeiro de 1997, foi eleito presidente da Cooperalfa, reeleito em fevereiro de 2001 e em fevereiro de 2005, deixando o cargo em 2009 para se dedicar a presidência da Aurora Alimentos. Uma das primeiras ações de Mário na Cooperalfa, ainda como vice-presidente, foi fomentar as lavouras demonstrativas, o que em 1996 culminaria na criação do Campo Demonstrativo Alfa – CDA, maior evento técnico de difusão de tecnologias da cooperativa. Também passou fortalecer a ideia do “rodízio de gerências nas filiais”, com intuito de desafiar os administradores a novas ideias e culturas. Como presidente, suas principais ações foram: alavancar e expandir as indústrias; foi um grande um incentivador para a distribuição da Cota-Capital aos associados; liderou a expansão da Cooperalfa para a região de Xanxerê, extremo-oeste, planalto norte e sul catarinense; fortaleceu a liderança e fomentou a formação de jovens líderes e da participação das mulheres na cooperativa e na gestão da propriedade. Também sempre buscou aprimoramento e reconhecimento em outros países para trazer tecnologias adequadas a região Oeste de Santa Catarina. Sempre foi defensor da preservação ambiental e apoiador das técnicas de cultivo mínimo, plantio direto e utilização racional e consciente de agroquímicos, bem como da utilização de dejetos suínos como adubo orgânico e para produção de energia elétrica.

Na condição de administrador de uma das mais importantes cooperativas agropecuárias do país – a Cooperalfa, Lanznaster demonstrou um perfil gerencial de transparência, e buscou o envolvimento de maneira democrática, sendo adepto da liderança compartilhada. Também foi incansável batalhador para a neutralidade político-partidária dentro do sistema cooperativo. Lanznaster defendia que o ideal é que cada pessoa que integra o sistema, seja livre para pensar e agir, quando o assunto é escolha de representantes para o poder público.

História com o Sicoob MaxiCrédito

Em 1984, Mário Lanznaster era diretor industrial da Aurora Alimentos, mas também um participativo associado da Cooperalfa, além de ser muito próximo a Aury Luiz Bodanese, então presidente da Cooperalfa, que encabeçou a ideia de criar uma cooperativa de crédito. Foi assim que envolveu-se nesse projeto e se tornou um dos fundadores da então Credialfa, hoje Sicoob MaxiCrédito. Em entrevista ao Centro de Memória Alfa/MaxiCrédito-CEMAC, em 2018, Mário apontou que “na época, era uma necessidade do agricultor ter mais alternativas de crédito. E o Banco Nacional de Crédito Cooperativo – BNCC, através do Ministério da Agricultura, incentivou muito a criação de cooperativas de crédito. Como muitas outras cooperativas agropecuárias, a Alfa também criou a sua”. Ele reforçou ainda que todos compraram a ideia do projeto, até porque tinham muita confiança no Aury. “Quando íamos para o interior nas reuniões e assembleias, sempre recomendávamos que o pessoal se associasse na Credi também. Ela nasceu dentro da Alfa e foi estimulada a crescer, sempre firme.”

 Representatividade

  • Presidente da S.A.C. – Sociedade Amigos de Chapecó – no ano de 1974.
  • Foi vice-presidente da então Credialfa, hoje Sicoob MaxiCrédito,  de 1986 até 1992;
  • Foi Vice-Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina – OCESC, como representante do setor agropecuário entre 1988 a 1993;
  • Membro do Conselho de Ética Cooperativista da Organização das Cooperativas de Santa Catarina – Gestão 1994/1997;
  • Conselheiro de Administração representando a Cooperalfa junto a Cooperativa Central Catarinense de Laticínios Ltda. – em 1996;
  • Recebeu o título de Cidadão Honorário de Quilombo/SC – em 06/10/2001;
  • Conselheiro de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – SESCOOP, de 2004 a 2007;
  • Recebeu o título de Cidadão Honorário de Chapecó/SC – em 26/05/2004;
  • Recebeu comenda de Mérito Empresarial Carl Franz Albert Hoepcke, em Sessão Solene de Outorga na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina em Florianópolis/SC, no dia 15/05/2006;
  • Recebeu outorga de Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina do sistema Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC, no dia 26/05/2006 em Florianópolis/SC;
  • Foi eleito o melhor dirigente cooperativista do Brasil, durante a Pork Expo 2006, maior evento de suinocultura do mundo, realizado em Foz do Iguaçu/PR, entre os dias 25 e 27  de outubro de 2006;
  • Entre 2008 e 2012, Lanznaster foi Conselheiro Fiscal da Federação das Cooperativas do Estado de SC – Fecoagro;
  • Foi Vice-Presidente de Assuntos Estratégicos do Agronegócio da FIESC de 2009 até seu falecimento;
  • Recebeu o título de Cidadão Honorário de Xaxim/SC – em 2013;
  • Recebeu outorga de Ordem do Mérito Industrial da Confederação Nacional da Indústria – CNI, no dia 22/05/2015 em Florianópolis/SC.

Participações

  • Lanznaster participou de congressos, encontros, seminários de interesse da agropecuária catarinense e cooperativismo em níveis municipal, regional e nacional;
  • Viajou seis vezes para a Europa. Entre os objetivos destas viagens, destaca-se a observação de equipamentos para plantas industriais destinados a frigoríficos de aves. Tecnologias europeias foram usadas no Frigorifico Aurora de Maravilha. Na Europa, Lanznaster também buscou conhecimento para escolha de reprodutores suínos, bem como fez intercâmbios com cooperativas daqueles países, visando ampliar horizontes com relação ao trabalho do cooperativismo em nossa região;
  • Visitou cooperativas americanas em 1998, nas regiões de Minesota e South- Dakota. Repetiu a viagem para os Estados Unidos em outubro de 2000, para analisar e acompanhar as cooperativas de nova geração;
  • Para a Ásia, Mário Lanznaster viajou em 1999, onde conheceu as cooperativas da China e de Cingapura;
  • Em setembro de 2001, Lanznaster visitou o Egito, Israel e Grécia. Contatos estreitos foram mantidos com cooperativas israelenses, além de conhecer o sistema de bovinocultura de leite e irrigação daquele árido país;
  • No mês de junho de 2002, visitou Exposição Internacional de Suínos e Criações de Suínos em de Moins Ilinois e Chicago;
  • Em julho de 2002, Lanznaster visitou a China e Índia. Contatos estreitos foram mantidos com cooperativas Chinesas e Indianas;
  • De 24/10/2003 a 02/11/2003, Lanznaster visitou o Canadá. Contatos foram mantidos com a Federação das Cooperativas de Quebec – Montreal, bem como frigoríficos;
  • De 26/03/2004 a 05/04/2004, Lanznaster visitou a França, Portugal e Espanha a fim de conhecer e trocar conhecimento com Cooperativas que industrializam e criam suínos ao ar livre, bem como avaliar o interesse da Espanha em importar matéria prima;
  • Entre 05/11/2004 a 16/11/2004, Lanznaster esteve na Argentina e Chile. O objetivo da viagem foi a troca de conhecimento com o agronegócio Cooperativo Argentino e Chileno.
  • Dos dias 11/06/2005 a 20/06/2005, Lanznaster esteve na Dinamarca em visita ao DANISHCROWN Reprodutores Suínos – Granja/ Frigorífico;
  • Na Rússia, entre os dias 05/09/2005 a 19/09/2005, Lanznaster manteve contato com o governo Russo visitou empresários em Moscou e San Petesburgo.;
  • De 04/10/2005 à 08/10/2005, Lanznaster participou de seminários da NUTRIBAS na cidade de Fortaleza /BA;
  • Na Alemanha e Suíça, de 01/05/2007 à 12/05/2007, Lanznaster observou equipamentos para Indústria de Lácteos em Pinhalzinho;
  • Dos dias 02/06/2007 a 15/06/2007, Lanznaster, juntamente com cooperativistas catarinenses, visitaram cooperativas na Inglaterra e suinocultores na Irlanda;
  • Lanznaster, dos dias 09/07/2007 à 13/07/2007, esteve na Espanha e França onde visitou cooperativas e indústrias de derivados de suínos;
  • De 10/11/2007 a 18/11/2007, Lanznaster participou de seminários sobre suinocultura nos Estados Unidos da América – EUA (Agroceres) e visitou indústrias Americanas;
  • Entre os dias 25/11/2007 á 01/12/2007, Lanznaster esteve na Dinamarca visitando o BPI Best Pool Internacional;
  • Entre os dias 03/11/2008 á 17/11/2008, Lanznaster, juntamente com os demais presidentes das cooperativas filiadas a Aurora, visitaram a Nova Zelândia;
  • Entre os dias 15/07/2009 á 22/07/2009, Lanznaster participou de Missão Empresarial Brasileira pela FIESC ao Cazaquistão e á Rússia, com objetivo de incrementar as transações comerciais, bem como potencializar parcerias entre empresas/entidades brasileiras e países visitados;
  • Entre os dias 30/11/2009 à 02/12/2009, Lanznaster participou de treinamento da Expo Management 2009 em São Paulo – SP;
  • Entre os dias 03/08/2010 à 05/08/2010, Lanznaster participou de Seminário Internacional de Suinocultura em Porto de Galinhas, promovido pela Agroceres;
  • Entre os dias 02/05/2011 à 05/05/2011, Lanznaster participou do Seminário “Transforme Água em Vinho”, promovido pela Agroceres em Mendoza na Argentina;
  • Em 2012, realizou visita técnica e cientifica com a Agrosuper no Chile;
  • Em 2013, participou de encontro e visita à clientes em Hong Kong e China;
  • Em 2013, participou de feira em Frankfurt na Alemanha;
  • Entre os dias 28/02 a 07/03/2014, participou pela FIESC do FOODEX em Tóquio no Japão, onde a Aurora também esteve presente;
  • Entre os dias 26/10 a 30/10/2015, participou pela Nutron da Leaders Summit, em Chicago – EUA;
  • Entre os dias 08/04 e 17/04/2016, participou pela Coob de reuniões/visitas na África do Sul;
  • Entre os dias 11/06 a 18/06/2016, participou pela Tetra Pak do Customer Innovation Week, nos EUA;
  • Entre os dias 20/09 e 23/09/2016, participou do evento da Elanco em Washington;
  • Entre os dias 17/10 a 21/10/2017, Lanznaster participou do Seminário Executivo PIC América Latina promovido pela Agroceres na Colômbia;